Por Nascer Uma Puta Não Acaba a Primavera

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Por Nascer Uma Puta Não Acaba a Primavera

 “Memória das Minhas Putas Tristes” de Gabriel Garcia Márquez é a inspiração deste projeto, um cruzamento artístico entre as áreas da Dança, do Teatro e da Performance.

Amor? Efémera descrição do sentir, a sede/questionamento que este provoca desde a criação do Humano. Corpos dançantes e falantes dilatam o tempo enquanto perfumam a cena, passando “a batata quente ao espectador”, que tem a opção de escolher que momento quer ver. Um vulto que funciona como cicerone, abrindo luzes (olhos do espectador) para um universo que tem tanto de obscuro como de poético.

Esta criação parte da ideia geral do romance de Gabriel García Márquez, mas não tem como objetivo contar a história do velho sem nome que se apaixona por uma jovem cujo nome verdadeiro ele prefere não saber, mas sim a exploração da atração deste sentimento primário, a influência do desejo sobre o ser e a descoberta da negação. A negação como algo que só podemos ver quando idealizamos outra forma de ser, outra forma de estar.

São três personagens e qualquer uma delas pode viver por si só, em histórias independentes. Mas as frases ditas num corpo nu, que cambaleia entre o vício e a obrigação, geram intersecções e conflitos que dão um novo rumo ao espetáculo. De porta em porta, de luz em luz, de movimento em movimento, depreendemos que o tempo é escasso e que não vale a pena negar ou contrariar o sentimento omnipresente, o tal “amor”.

 SINOPSE

"Não há um velho que esqueça onde escondeu o seu tesouro" – Cícero, citado em "Memória das Minhas Putas Tristes". É a partir do tema central do romance de Gabriel García Márquez que abordamos a relação entre corpos novos e usados, as suas capacidades e vontades, bem como uma das coisas que nunca envelhece: a necessidade de amar e ser amado.

Três personagens que vivem por si só, três histórias independentes, intercetam-se e entram em conflito. De porta em porta, de luz em luz, de movimento em movimento, depreendemos que o tempo é escasso e que não vale a pena negar ou contrariar o sentimento omnipresente, o tal “amor”.

 Criação: Alexandre Tavares e Anouschka Freitas

Apoio à Dramaturgia e Direção de Atores: Sylvie Rocha

Interpretação: Alexandre Tavares, Anouschka Freitas e Diogo Tavares

Música e Sonoplastia: Ângela Flores Baltazar

Apoio ao Figurino: José António Tenente e Tiago Silva

Design: Tiago Silva e Anouschka Freitas

Produção Executiva: Ruy Malheiro

Fotografia Cénica: Alípio Padilha

Vídeo: Sofia Marques Ferreira

Classificação: M/16

Espaço Escola de Mulheres (Clube Estefânia) Rua Alexandre Braga, 24 A – Lisboa

De 16 a 19 de Março

5ª a dom. às 21h30

Preços:

10€ Geral

7,50€ Maiores de 65 / Residentes Freguesia Arroios / Menores de 25

5€ Profissionais do espetáculo / Estudantes de Artes Performativas

 Bilhetes à na Bilheteira Local nos dias de Espetáculo

Informações e reservas: emulheres.oficina@gmail.com / (+351) 915 039 568

https://www.facebook.com/events/1163533687078515/


Regras


Escola de Mulheres

Clube Estefânia
Rua Alexandre Braga nº 24 A.
   1000-232 Lisboa
915 039 568

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